quarta-feira, 16 de agosto de 2017

WAR FOR THE PLANET OF THE APES - REVIEW


Opa, Tudo Bom? Rennan Gardini. Passando para avisar que a partir de agora darei as notas dos filmes em porcentagem. Agora vamos à resenha.
Em 1968 chegava aos cinemas um marco na história da ficção científica. O Planeta dos Macacos, baseado no romance homônimo de Pierre Boulle, trazia o astro Charlton Heston no papel principal e impressionou o mundo com o famoso Plot Twist da cena da Estátua da Liberdade na praia, que se tornou senso comum.

Após sequências que só pareciam piorar e um remake em 2001 que é melhor ser esquecido, parecia não haver mais esperanças de recuperação para a franquia clássica. Até que em 2011 tivemos uma grata surpresa chamada "Planeta dos Macacos: A Origem", que nos mostrou como os símios se tornaram inteligentes e iniciaram a dominação mundial. E quando pensamos que não podia melhorar, a sequência subtitulada O Confronto, lançada em 2014, conseguiu superar as expectativas e mesmo o seu predecessor. Parecia não haver maneiras de um terceiro filme emplacar um sucesso maior, certo?

Errado!!!

"Planeta dos Macacos: A Guerra" nos traz como protagonista Andy Serkis (Senhor dos Anéis) pela terceira vez como o líder dos símios, o chimpanzé César, a excelente direção de Matt Reeves, e Woody Harrelson (Assassinos por Natureza) como o Coronel McCullough, o antagonista do longa.
Após anos de luta, os macacos se escondem em uma base na floresta e tentam viver as suas vidas mesmo com constantes ataques dos humanos. Mas depois de acontecimentos inesperados, os símios se vêem forçados a buscar um novo lar e a sonhada paz, enquanto César abandona seu posto de líder para partir em uma missão pessoal.


O longa é menos frenético que seu antecessor em termos de ação, utilizando deste ritmo mais lento para desenvolver brilhantemente os personagens. César (Serkis), agora mais velho e cansado, continua tentando dar paz a seu povo, mas encontra dificuldades ao ter de lidar com conflitos internos provenientes do filme anterior. Já o Coronel McCullough (Harrelson) ajuda a traçar paralelos da trama com a realidade, nos mostrando um líder militar que quer separar e proteger seu povo dos inimigos com a construção de um muro. Semelhanças?
Harrelson constrói um vilão intimidador, perverso e até mesmo "louco", enquanto Serkis, mais uma vez mostra que César se faz um protagonista muito mais forte e interessante do que muitos personagens humanos que vemos por aí.


Quanto à direção, Reeves aplica técnicas de gigantes do cinema em sua película, sempre adaptando à sua própria identidade. Vemos planos e enquadramentos inspirados em Stanley Kubrick, Martin Scorsese e Francis Ford Coppola, além da construção das cenas de suspense ser visivelmente inspirada por Alfred Hitchcock. A direção e o roteiro de Mark Bomback ilustram de forma excepcional o quanto este filme é mais maduro e profundo que os seus antecessores.

"Planeta dos Macacos: A Guerra" nos entrega não apenas um excelente filme, como uma ponte para o clássico de 1968. Emociona, empolga e fecha com chave de ouro a trilogia. Este, assim como os outros dois, merece ser visto.


95%



quinta-feira, 10 de agosto de 2017

RESENHA: O VISCONDE QUE ME AMAVA

O Visconde Que Me Amava

Autora: Julia Quinn

Editora: Arqueiro

Páginas: 304

Ano: 2013

Nota: 8/10

Sinopse: A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva.
Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela. Considerada a Jane Austen contemporânea, Julia Quinn mantém, neste segundo livro da série Os Bridgertons, o senso de humor e a capacidade de despertar emoções que lhe permitem construir personagens carismáticos e histórias inesquecíveis.


Olá leitores!!! Hoje a resenha é compartilhada, eu (tia Glaucia) e a Suyanne fizemos uma resenha juntas para mostrar nosso amor pelos livros da Julia Quinn. Quem acompanha o blog no post do primeiro livro da série Os Bridgertons, eu disse que faria resenha de todos os volumes, já que eu gostei muito da autora e da história. E cá estou eu para falar do segundo livro da série: O Visconde Que Me Amava, da autora Julia Quinn.

O Visconde Que Me Amava traz a história de Anthony, o mais velho dos irmãos Bridgertons. Já no primeiro livro podemos perceber que Anthony é o tipo de irmão super protetor, com pavio curto, que não se poupa muito pra bater em alguém (Simon que o diga, não é mesmo?), assim como seu melhor amigo e cunhado, leva uma vida de libertino e desde a morte precoce de seu pai Anthony tornou-se o “homem da família” tendo que arcar com várias responsabilidades da casa. Ao se aproximar dos 30 anos ele decide que está na hora de se aquietar e procurar uma esposa, pois ele carrega consigo o titulo da família e precisa de um herdeiro para perpetuá-lo. Entretanto, Anthony carrega consigo a ideia de que, assim como seu pai, irá morrer cedo e é a partir disso que ele decide não se apaixonar nem amar a nenhuma mulher, e que irá à procura de uma esposa apenas para lhe permitir ter um filho e preservar sua imagem (se assim posso dizer).

Como de costume a temporada de bailes em Londres começou e todas as pretendentes querem o melhor partido: Anthony Bridgerton. Mas é claro que ele não irar querer qualquer uma, ele opta por Edwina Shelfied, uma das mais desejadas e mais belas debutantes da temporada. Uma moça educada, sensível, a esposa perfeita, e o principal, ele tem certeza de que não irá se apaixonar por ela. Mas nem tudo são flores e Anthony terá que lidar com uma irmã de Edwina que mais parece um cão de guarda, a solteirona Kate Sheffield.


Devido uma coluna de fofoca no jornal, escrita pela Lady Whistledown, Anthony tem a fama de ser um completo libertino e é nisso que todos acreditam, inclusive Kate, que deixa tudo mais difícil para os dois. O cavalheiro tem que passar pela a aprovação de Kate para poder cortejar Edwina, pois sua irmã a ama muito para que a deixe cair nos braços de um homem que não a ame e a trate bem e Edwina confia demais em Kate para escolher seu futuro esposo. Anthony passa por poucas e boas para conquistar a confiança da irmã mais velha, que não facilitará em nada a aproximação dele com Edwina.

Mas com os constantes encontros, Anthony e Kate, começam a se aproximar, mas sempre alfinetando um ao outro. Kate não tem problema nenhum em falar o que sente realmente por Antony e o próprio também não se incomoda de dar sua opinião sincera sobre a irmã da sua futura noiva. Mas toda essa implicância um pelo outro acaba transformando-se em um sentimento maior que ambos, logo o inevitável acontece.

Anthony não aceita estar apaixonado por Kate e ambos estão relutante com esse sentimento, pois têm medo de sofrer por amor. Mas os dois estarão presentes e prontos para ajudar o seu parceiro em qualquer situação que aparecer. A forma que os dois começam a se envolver é tão natural e com total compatibilidade.

A história é linda, como eu já disse, a escrita da Julia Quinn é ótima, a leitura é muito leve e flui bem, fazendo com que o leitor termine rapidamente sem qualquer dificuldade. Eu gostei tanto do primeiro volume quanto desse segundo. Para mim os livros da Julia Quinn só vem crescendo cada vez mais, vamos ver nos próximos livros da série Os Bridgertons.

Neste livro Julia Quinn promete divertir o leitor com as discussões e até competições entre Shelfied e Bridgerton.
Beijos da Tia e da Suh

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

TRUE DETECTIVE - PRIMEIRA TEMPORADA


Opa, tudo bom? Eu sou Rennan Gardini, novo integrante do blog. Irei postar várias coisas ligadas a cinema, séries, livros e dar meu ponto de vista sobre eles. Bom, espero que gostem e vamos a primeira resenha.

Se você costuma ver séries de detetives com casos semanais, como Law & Order e CSI, pode deixar todas essas de lado.
True Detective é uma série antológica premiada, produzida e distribuída pela HBO, em que cada temporada aborda um caso diferente, se passando em distintas localidades dos Estados Unidos e renovando o elenco a cada temporada.

O papel de Showrunner é de Nic Pizzolatto (Sete Homens e Um Destino), a primorosa direção desta primeira temporada é assinada por Cary Fukunaga (Beasts Of No Nation) e o elenco é encabeçado pelos astros Matthew McConaughey (Ganhador do Oscar por Clube de Compras Dallas) e Woody Harrelson (Indicado ao Oscar por O Mensageiro). 
A trama gira em torno dos detetives Rustin Cohle (McConaughey) e Martin Hart (Harrelson), que são incumbidos de investigar o assassinado peculiar de uma prostituta chamada Dora Lange. A temporada ilustra através de três décadas como a perseguição ao Serial Killer afetou as vidas pessoais dos protagonistas, bem como seus próprios conflitos.


O que mais se pode exaltar é a direção magistral de Fukunaga, que utiliza planos sequência, variação entre a câmera fechada e a câmera aberta e o passar do tempo para contar a história. A fotografia monocromática, a tímida, porém bem colocada trilha sonora e a própria direção ajudam a criar uma atmosfera de solidão ao redor dos personagens.

True Detective não é uma simples série policial. É visto logo de cara o tom filosófico, voltado principalmente para o existencialismo, que demonstra como as pessoas lutam contra a perda de entes queridos, como a traição e a dupla vida criam conflitos familiares e como lidar com uma estranha amizade.

Destaque aos atores principais, que dão um show em seus papéis. Mcgonaughey, em uma de suas melhores atuações, nos entrega um homem perturbado, que se entrega totalmente ao trabalho e à autodestruição para fugir do passado, enquanto Harrelson interpreta um pai tentando viver uma vida dividida entre família, trabalho policial e amante. Os dois atores demonstram com excelência as mudanças na personalidade dos personagens conforme o tempo passa.


O formato se encaixa no padrão HBO, oito episódios de quase uma hora cada, que apesar da extensão, te deixam preso até o fim, imerso no mistério e nos conflitos da trama. Lembrando que, por se tratar de uma produção da HBO, a série é de um teor bem adulto, contendo violência, sexo e uso de drogas.

A abertura da temporada é um show à parte. Ao som da música Far From Any Road da banda americana The Handsome Family são mostradas imagens dos personagens mesclados com locais do estado da Louisiana (onde o enredo se passa). A abertura diz tudo sobre o que é a série, e é daquelas que você não pula e fica cantarolando na cabeça sem parar. O conjunto de imagens, música, edição e direção de arte são impecáveis.

Na verdade, o único pecado da temporada está em seu final. A velocidade com que o mistério se resolve pode vir a causar uma estranheza, dado o tempo que os detetives se dedicaram ao caso. Apesar disso, a viagem pela qual os protagonistas passaram do início ao fechamento da trama acaba sendo mais importante que a resolução do mistério em si, ou seja, mesmo que tudo se resolva "muito rápido" isso não afeta tanto a qualidade da série.


Se você gosta de mistérios, debates filosóficos, cenas mais realistas de ação, personagens profundos e não se abala pela abordagem de temas pesados, a primeira temporada de True Detective é totalmente recomendada a você. Garantia de imersão do início ao fim da trama.

Nota: 9/10

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

RESENHA DA LEITURA: 1977-ENFIELD

1977-Enfield

Autor: Guy Lyon Playfair 

Editora: DarkSide

Ano: 2017

Nota: 4/5

Sinopse: Enfield, subúrbio de Londres. Na fria noite de 31 de agosto de 1977, a vida de uma família simples e comum mudaria para sempre. Pequenas batidas e sons inexplicáveis, móveis caindo sem nenhum motivo aparente, esse parecia um verdadeiro caso de poltergeist.
Desde os primeiros dias, os pesquisadores de atividades psíquicas Maurice Grosse e Guy Lyon Playfair acompanharam o caso e conseguiram documentar mais de seiscentas páginas de transcrição de fitas cassetes e registros em vídeo dos surpreendentes e assustadores eventos, aqui relatados exatamente como aconteceram. Trata-se de um livro documental, escrito por um jornalista. Você tem acesso aos fatos e pode tirar suas próprias conclusões, se conseguir chegar ileso até o surpreendente final.


Olá leitores!!! Férias terminam mas as leituras continuam se acumulando. Hoje a Resenha da Leitura é da editora maravilhosa DarkSide Books, de um livro que foi lançado recentemente: 1977-Enfield, do autor Guy Lyon Playfair, que além de escritor é especialista em mediunidade, então tem total domínio sobre assuntos sobrenaturais. Obrigada Livraria Leitura pelo livro e vamos à resenha.

O livro se trata de um relato sobre o que a Sr. Harper e seus filhos passaram dentro de uma casa nos subúrbios de Londres, onde podia-se ouvir gritos constantemente. Guy passou três anos estudando e investigando os fenômenos sobrenaturais que haviam naquela casa. A família passou por muitas coisas devido essa “presença” na casa, objetos eram derrubados ou levitavam sem qualquer tipo de ajuda, móveis eram arrastados pela casa, vozes falando durante qualquer hora do dia ou gritos estridentes nos cantos dessa casa.

1977-Enfield é um livro para pessoas que querem conhecer mais desse mundo sobrenatural, não é um mero livro de terror ficcional, o caso de Enfield é real e perturbador. Esse fenômeno inspirou o filme Invocação do Mal 2, mas se você pensa que o livro é igual ao filme, está muito enganado. O livro tem um nível de detalhes que deixa o leitor intrigado do início ao fim, e talvez depois de acabar a leitura. O filme não chega nem perto dos horrores que essa família realmente passou.

Com a ajuda de Maurice Grosse, Playfair acompanhou de perto os dramas da família e juntos presenciaram diversos acontecimentos que nem mesmo a ciência pode explicar. O livro traz diversas fotografias que podem comprovar o que estava acontecendo. Além da fotografias os pesquisadores também gravaram diversas manifestações e áudios, inclusive no próprio site da DarkSide Books tem um desses áudios. Quando lemos o livro sentimos aquele ar pesado, de que aquilo não é só uma história ou uma lenda, mas sentimos como se estivéssemos próximos daquilo. O terror que a família passa é bem nítido e deixa o leitor intrigado a cada página, sentimos que aquilo é real e com as imagens o leitor fica desconfortável de com o quão real é.

Não espere uma história contínua. Como é um relato, há capítulos que não se tem muita emoção ou evolução na investigação paranormal. Mas se você tem curiosidade de saber como esse mundo sobrenatural funciona esse é um livro muito bom para isso. Se você gostou de Ed e Lorraine Warren ou Exorcismo, 1977-Enfield é uma ótima opção também.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

RESENHA: DELÍRIO

Delírio

Autora: Lauren Oliver

Editora: Intrínseca

Páginas: 352

Nota: 3.5/5

Sinopse: Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?


Olá leitores!!! Hoje tem resenha nova aqui no blog de um livro que gostei muito. O livro é Delírio, da autora Lauren Oliver, que também já publicou o livro Antes que Eu vá. Delírio é o primeiro livro de uma trilogia distopia que tem como tema principal uma doença acometida pelo amor, a temida delira nervosa. Há muitos anos o amor causou guerras e destruição, deixando o ser humano egoísta e ambicioso. Mas cientistas descobriram a cura para essa doença, agora todos os jovens, ao completarem 18 anos, terão que passar pela intervenção, que promete tornar todas pessoas melhores, sem qualquer demonstração de amor ou outro sentimento.

O estado defende piamente que o melhor pra todos é a intervenção e a erradicação do delira nervosa, logo desde crianças as pessoas são moldadas conforme essa visão do governo. Como toda a história tem dois lados o livro também não é diferente, há rebeldes que resistem a essa intervenção, que são os simpatizantes, que muitas vezes são mortos, ou mandados para as criptas ou fogem para selva (chamados de inválidos). E nossa protagonista, Lena é exatamente assim, não simpatizante e sim bem padrãozinho, sempre com medo de fazer algo errado, que ela seja vista como uma fora da lei e seja punida por isso. Ela é a típica menina boazinha que anda na linha e nada vai tirá-la dela. Até que Alex surge.


Alex é um inválido, que finge ser curado para não ser condenado pelos governantes. Ele defende a erradicação da cura do delira nervosa, defende que as pessoas devem ser felizes por si mesmas, com erros e acertos, pensando por si próprias e não sendo robôs do governo. Essa é uma parte que faz o leitor pensar, o livro não é uma distopia inovadora, mas tem o seu valor. A autora mostra que podemos estar sendo controlados pelos padrões da sociedade, sempre tentando se encaixar, mas não achando a felicidade nisso. Mostra o quanto podemos ser acomodados e controlados só por pensar “isso vai continuar acontecendo independente do que eu faça”. O livro mostra exatamente ao contrário, que podemos sim fazer alguma coisa pra driblar essas padrões que são impostos a nós.

Mas voltando a história, esse casal é um pouco clichê, a certinha com o garoto rebelde, mas o legal é que os dois personagens crescem juntos, eles sempre estarão um ao lado do outro pro que der e vier. Essa doença pode ter sido a melhor coisa que já aconteceu com Lena.
Eu gostei da história como um todo, a escrita da autora é ótima, eu peguei rapidamente o ritmo da leitura. No começo eu achei a Lena EXTREMAMENTE chata, devido ela ser essa garota toda bobinha, na linha e sempre ser subestimada pela família. Mas com o passar dos capítulos a história pegou forma. Indico muito o livro, eu me surpreendi a cada página. Vocês não vão se arrepender. De vez em quando ficar doente do delira nervosa não é tão ruim assim.